Game Experience

Não existe jogo sem um jogador, e não é possível compreender um jogo sem perceber o seu principal interveniente e a experiência vivida pelo mesmo (Ermi & Mayra, 2005). No desenho da experiência de jogo, há que ter em conta o divertimento e a motivação, a imersão, o contexto e a socialização.


Brown, E., & Cairns, P. (2004) A Grounded Investigation of Game Immersion. CHI‘04 Extended Abstracts on Human Factors and Computing Systems, 1297–1300. ACM Press.

Ermi, L. & Mäyrä, F. (2005). Fundamental components of the gameplay experience: Analysing immersion. In: S. de Castell & J. Jenson (eds.), Changing Views: Worlds in Play. Selected papers of the 2005 Digital Games Research Association’s (DiGRA) Second International Conference.

Ryan, R., & Deci, E. (2000). Self-determination theory and the facilitation of intrinsic motivation, social development, and well-being. American Psychologist, 55, 68-78.

Paras, B., & Bizzocchi, J. (2005). Game, motivation, and effective learning: An integrated model for educational game design. Proceedings of DiGra 2005 Conference: Changing views—Words in play.

Pine, B.; & Gilmore, J. (1999) The Experience Economy. Boston, MA: Harvard Business School Press.

Salen, K., & Zimmerman, E. (2004) Rules of Play: Game Design Fundamentals. Cambridge, MA: MIT Press

publicado por monica-ribeiro às 21:28
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